Curtas

Governo Federal libera parte dos recursos para construção de Mercado Municipal

De um total de R$¬†867.978,90, a Prefeitura de Colinas j√° recebeu R$¬†347.191,56 para constru√ß√£o de um mercado p√ļblico. Os repasses feitos pelo Minist√©rio da Integra√ß√£o Nacional preveem a constru√ß√£o de dois galp√Ķes, banheiros, estacionamento e um jardim. At√© o momento n√£o se t√™m noticia de inicio de obras. Popula√ß√£o precisa ficar atenta cumprindo seu papel de fiscais dos recursos p√ļblicos.

Cadê a obra do CESCO?

J√° se passaram 06 meses e a Prefeitura de Colinas ainda n√£o conseguiu entregar √° comunidade √°s novas instala√ß√Ķes do CESCO, que iria funcionar na escola Martinha Menezes. A ideia √© o de transferir a atual sede da UEMA para a escola, liberando assim o CINEC para o Munic√≠pio. O conv√™nio foi garantido pelo ent√£o Secret√°rio de ¬†estado de Educa√ß√£o Pedro Fernandes. Quem at√© pouco tempo era visto na escola era o Engenheiro Ricardo Modesto, irm√£o do Prefeito, prov√°vel respons√°vel pela obra. Com o impasse continuando muitos alunos da UEMA ser√£o prejudicados.

Sem planejamento

√Č at√© clich√™ dizer que toda gest√£o precisa ter planejamento para assim nortear √° administra√ß√£o. Em Colinas, o Prefeito parece desconhecer isso. Mais um ano come√ßa e n√£o se sabe qual o planejamento em √°reas essenciais do Municipio. Re√ļna o secretariado Prefeito, e defina um planejamento de curto e m√©dio prazo, exigindo metas e cumprimento das mesmas. Isso pode amenizar as consequ√™ncias da falta de planejamento durante dois anos. N√£o se pode tomar decis√Ķes ao acaso, pois o risco de errar aumenta.

Arnaldo gasta quase meio milh√£o em 15 dias

O Deputado Arnaldo Melo poderia ter encerrado sua carreira politica de forma heroica, deixando um estado sanado e com recall politico para novos embates. Mas Arnaldo optou em se esbaldar no poder, gastando entre os dias 15 e 30 de Dezembro de 2014, o total de R$ 425.242.239,98. At√© mesmo os servidores do estado sofreram calote com o desconto de previd√™ncia, sem que o mesmo fosse repassado √° Uni√£o. Com estas a√ß√Ķes impensadas, Arnaldo correr o risco de entrar no ostracismo da politica.

Governo do Maranhão pode privatizar Convento das Mercês

M√°rcio Jerry sobre funda√ß√£o de Sarney: Se tiver que permanecer p√ļblica, que n√£o use recursos p√ļblicos para fins privados".‚ÄúSe tiver que permanecer p√ļblica, que n√£o use recursos p√ļblicos para fins privados‚ÄĚ, defende o principal secret√°rio de Fl√°vio Dino.

Estad√£o ‚Äď O governador do Maranh√£o, Fl√°vio Dino (PC do B), pediu √† sua equipe um estudo que pode levar √† privatiza√ß√£o da Funda√ß√£o Jos√© Sarney, que custou R$ 8,1 milh√Ķes ao er√°rio maranhense desde sua estatiza√ß√£o, em 2011.

A funda√ß√£o foi criada pelo pr√≥prio Sarney ‚Äď advers√°rio pol√≠tico de Dino ‚Äď para guardar documentos, homenagens e presentes recebidos no per√≠odo em que ocupou o Pal√°cio do Planalto (1985-1990). Institutos criados por outros ex-presidentes, como Luiz In√°cio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardozo, s√£o mantidos com doa√ß√Ķes privadas.

Segundo dados da Secretaria de Planejamento do Maranh√£o, os R$ 8,1 milh√Ķes foram gastos de 2012 a 2014. O dinheiro inclui despesas com sal√°rios, servi√ßos de manuten√ß√£o e investimentos.

De acordo com a Secretaria de Gestão, o museu tem 48 funcionários, todos em cargos de confiança. A folha de pagamento gira em torno de R$ 174 mil mensais.

O estudo solicitado por Dino deve ajudá-lo a decidir o rumo da fundação. Seus secretários afirmam que a instituição pode até continuar sob a alçada estatal, mas terá orçamento reduzido e precisará mudar o serviço.

‚ÄúA diretriz pol√≠tica do governo √© fazer com que a funda√ß√£o seja da mem√≥ria republicana, e n√£o do culto √† personalidade de um ex-presidente. Se tiver que permanecer p√ļblica, que n√£o use recursos p√ļblicos para fins privados‚ÄĚ, disse o secret√°rio de Articula√ß√£o Pol√≠tica, M√°rcio Jerry.

A privatiza√ß√£o, segundo ele, √© uma possibilidade que depender√° do resultado das an√°lises. ‚ÄúPartimos do pressuposto que √© uma institui√ß√£o bancada por recurso p√ļblico, mas que n√£o tem fun√ß√£o p√ļblica muito clara‚ÄĚ, disse Jerry.

A estatização da Fundação Sarney ocorreu em 2011 por iniciativa da então governadora Roseana Sarney (PMDB), filha do ex-presidente. A medida foi aprovada pela Assembleia Legislativa, após projeto do governo enviado em regime de urgência.

Fonte: O Estado de S√£o Paulo

A Sinuca e o CINEC

Por Jarbas Couto

Os grandes jornais¬†do pa√≠s divulgaram¬†recentemente¬†que¬†tr√™s das piores escolas do Brasil est√£o localizadas no Maranh√£o, todas da Microrregi√£o das Chapadas do Alto Itapecuru, sediadas¬†em munic√≠pios que conhecemos muito bem: Jatob√° ‚Äď Centro Educacional Alu√≠zio Azevedo, pior nota do Brasil; Mirador ‚Äď Centro Educacional Edson Lob√£o,¬†anexo Coco¬†e Anexo¬†Ibipira; Buriti-Bravo ‚Äď Centro Educacional Escola Leda¬†Tajra, Anexo Ju√ßara.

Veja abaixo um¬†pequeno ranking¬†das¬†escolas p√ļblicas da microrregi√£o¬†que inclui Colinas¬†(Fonte¬†dos dados: INEP/ Notas das escolas no ENEM 2013)

ESCOLA¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬†¬†MUNIC√ćPIO¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬†¬†¬†M√ČDIA
1¬ļ CE ANALIA NEIVA ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† NOVA IORQUE ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† 442.09
2¬ļ CE EDISON LOBAO ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† SAO JOAO DOS PATOS ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† 439.59
3¬ļ CE ARISTIDES LOBAO ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬†BARAO DE GRAJAU ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† 436.14
4¬ļ CE EPITACIO PESSOA ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† PARAIBANO ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬†427.23
5¬ļ CE PROFA MARIETA SA ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† SUCUPIRA DO RIACHAO ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬†421.15
6¬ļ CE EDISON LOBAO ‚Äď ANEXO IBIPIRA -MIRADOR ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬†420.41
7¬ļ CE ESTADO DE S. PAULO ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬†SAO FRANCISCO DO MA ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬†413.28
8¬ļ CE SEN JOSE NEIVA ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬†LAGOA DO MATO ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† 412.53
9¬ļ CE EDISON LOBAO ‚Äď ANEXO COCOS MIRADOR ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† 406.09
10¬ļ CE¬†PROF.¬†LEDA TAJRA ‚Äď ANEXO JUCARA B. BRAVO ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† 400.62
11¬ļ***CE AL. AZEVEDO ‚Äď ANEXO CACHIMBOS JATOB√Ā ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬†384.19
12¬ļ¬†¬†(2 escolas)¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†PASSAGEM FRANCA ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† Sem participa√ß√£o¬†m√≠nima

13¬ļ¬†¬†¬†(2 Esc. 2¬†anex) ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬†PASTOS BONS ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† Sem participa√ß√£o m√≠nima
14¬ļ ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬†COLINAS (4 escolas) ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬†Sem participa√ß√£o m√≠nima

*** Esta escola teve pior nota do ENEM 2013 em todo o Brasil.

Uma¬†an√°lise mais detida logo¬†indica¬†que h√° escolas na microrregi√£o com desempenho muito inferior ao CE Alu√≠zio Azevedo, de Jatob√°.¬†Esta, pelo menos,¬†entrou na lista de escolas avaliadas pelo Enem. Ou seja, fez o dever de casa, ao atender √†s exig√™ncias m√≠nimas para a avalia√ß√£o do INEP. H√° outros tr√™s munic√≠pios onde as escolas sequer atingiram o percentual m√≠nimo de alunos prestando o ENEM, no ano de 2013.¬†Os munic√≠pios s√£o Passagem Franca, Pastos Bons e Colinas, que se somam a Jatob√° para formar o quadril√°tero da trag√©dia na educa√ß√£o na regi√£o.¬†Destaque para o munic√≠pio de Colinas, cuja educa√ß√£o na d√©cada de 60 fora aclamada em reportagem da Revista Veja, n¬ļ 3 de 25 de Setembro de 1968, sobre a experi√™ncia do CINEC. Uma incr√≠vel experi√™ncia educacional baseada nas ideias de Paulo Freire e na criatividade, coragem e compet√™ncia do, ent√£o,¬†Padre Mac√™do.

Das quatro escolas p√ļblicas estaduais de ensino m√©dio de Colinas, nenhuma est√° presente na lista divulgada pelo ENEM. Situa√ß√£o semelhante √† dos munic√≠pios de Passagem Franca e Pastos Bons, com duas escolas cada e nenhuma inclu√≠da na lista. O que caracteriza a exclus√£o dessas escolas √© o simples fato de que nenhuma atingiu o m√≠nimo de dez alunos concluintes do ensino m√©dio participando do ENEM 2013 e/ou os estudantes participantes n√£o representaram o m√≠nimo de 50% de concluintes da escola.

Colinas, Passagem Franca e Pastos Bons transformam o resultado da escola de Jatob√° no melhor do pior do ensino m√©dio no Brasil. Traduzidos,¬†esses n√ļmeros tr√°gicos escondem o drama real da exclus√£o de uma gera√ß√£o de jovens (certamente pobres) do direito ao ingresso em institui√ß√Ķes p√ļblicas, participa√ß√£o em programas de interc√Ęmbio, obten√ß√£o de bolsas e financiamento em institui√ß√£o privada. Na pr√°tica, levanta-se uma barreira de exclus√£o t√£o s√≥lida quanto necess√°ria para manter a mis√©ria que alimenta os privil√©gios da politiquice cobi√ßosa. E assim, sorrateira, arrastando-se por tr√°s das prateleiras empoeiradas da omiss√£o, floresce a mis√©ria que retroalimenta a roda de pau do Maranh√£o miser√°vel.

A¬†raz√£o da concentra√ß√£o de t√£o baixo desempenho educacional das escolas p√ļblicas na microrregi√£o das Chapadas do Alto Itapecuru¬†tem rela√ß√£o com sua situa√ß√£o socioecon√īmica. Em todos os munic√≠pios analisados, o indicador socioecon√īmico dos alunos varia de forma diretamente proporcional ao desempenho da escola. Nas escolas de pior desempenho, os alunos t√™m indicador socioecon√īmico ‚Äúmuito baixo‚ÄĚ; nas de desempenho intermedi√°rio, t√™m indicador ‚Äúbaixo‚ÄĚ; apenas nas tr√™s melhores escolas os alunos t√™m indicador ‚Äúm√©dio baixo‚ÄĚ. O que evidencia a varia√ß√£o de qualidade no desempenho escolar em fun√ß√£o do n√≠vel socioecon√īmico dos alunos.

Se compararmos o munic√≠pio de Nova Iorque (onde est√° localizada a escola¬†melhor¬†colocada no¬†ranking dos munic√≠pios da microrregi√£o) com o munic√≠pio de Colinas (√ļltimo colocado no ranking, por possuir quatro escolas p√ļblicas e nenhuma ter atendido aos crit√©rios m√≠nimos de classifica√ß√£o no ENEM 2013),¬†jogaremos¬†luz sobre o problema. Enquanto a renda per capita m√©dia de Nova Iorque cresceu 289,43% nas √ļltimas duas d√©cadas, passando de R$ 66,15, em 1991, para R$ 155,12, em 2000, e para R$ 257,61, em 2010; a de Colinas cresceu apenas 73,22% no mesmo per√≠odo, passando de R$ 161,53, em 1991, para R$ 147,23, em 2000, e para R$ 279,81, em 2010. A taxa m√©dia anual de crescimento de Nova Iorque nesse per√≠odo foi 7,42%, enquanto a de Colinas foi de 2,93%.

Outro dado comparativo importante é aquele que mede a concentração de renda em cada município. Em Nova Iorque a proporção de pessoas extremamente pobres, ou seja, com renda domiciliar per capita igual ou inferior a R$ 70,00 mensais, passou de 71,81%, em 1991, para 49,47%, em 2000, e para 24,85%, em 2010. Já em Colinas, a proporção de extremamente pobres passou de 53,59%, em 1991, para 48,56%, em 2000, e para 30,88%, em 2010. Nova Iorque teve uma redução média anual da taxa de pobreza extrema de, aproximadamente, menos 4%, muito mais acelerada que em Colinas, onde esta redução média anual é de aproximadamente menos 2,5%.

‚ÄúAh! Mas as escolas de ensino m√©dio s√£o estaduais‚ÄĚ, diria¬†a prefeitura. Mesmo sabendo que as escolas municipais t√™m √≠ndices baix√≠ssimos em sistemas de avalia√ß√£o como a Prova Brasil.¬†Colinas¬†t√™m menos de 20% de escolas municipais que¬†realizaram¬†a Prova¬†Brasil. N√£o caberia √† prefeitura a cogest√£o da situa√ß√£o global da educa√ß√£o no munic√≠pio?

‚ÄúO problema √© o interesse dos alunos‚ÄĚ, diria¬†a professora. Os sal√°rios s√£o baixos, dizem outros. N√£o deveriam ser os professores os protagonistas em qualquer mudan√ßa efetiva na realidade educacional do munic√≠pio? Escola eficiente pode ser uma √≥tima raz√£o pra se exigir melhores sal√°rios.

Obviamente, ningu√©m¬†que tenha a m√≠nima consci√™ncia de sua responsabilidade social¬†pode se eximir¬†de culpa.¬†Todavia, menos do que culpa √© preciso¬†confian√ßa e liberdade para fazer brotar uma solu√ß√£o criativa. Livre das amarras populistas (do tipo fazer apenas o que o p√ļblico quer) e ‚Äúpol√≠ticas‚ÄĚ (do tipo servid√£o volunt√°ria a quem lhe al√ßou ao cargo). A situa√ß√£o carece de um plano sustentado e imaginativo, que n√£o tenha medo de acertar, e esteja certo de que errar√° em alguns momentos.¬†Sem isso, o¬†CINEC¬†jamais¬†teria¬†sa√≠do dessa¬†sinuca.

*Professor da Universidade Federal do Maranh√£o; Possui¬†Gradua√ß√£o em Ci√™ncias Sociais pela Universidade Federal do Maranh√£o (1993), Especializa√ß√£o em Psicolingu√≠stica pelo Departamento de Psicologia da UFMA (1995), Mestrado em Lingu√≠stica pela Universidade Estadual de Campinas ‚Äď UNICAMP (1998) e Doutorado em Lingu√≠stica pela Universidade Estadual de Campinas ‚Äď UNICAMP (2005).


Imagens da Posse do Governador e Vice Governador

Mensagem de M√°rcio Jerry

Vexame: Jatob√° possui a pior escola do Brasil

Folha ‚Äď Tr√™s entre as dez escolas com os piores desempenhos no Enem 2013 est√£o no Maranh√£o. No povoado de Cachimbos, munic√≠pio de Jatob√° (a 433 km de S√£o Lu√≠s), est√° a √ļltima das 14.715 do ranking: a escola estadual Centro de Ensino Alu√≠sio Azevedo.

Na cidade de 8.526 habitantes, a Alu√≠sio Azevedo ‚Äúsegue o modelo da maioria das escolas do Maranh√£o‚ÄĚ, diz o professor de ingl√™s Reijunior Santos Soares. ‚ÄúTemos uma estrutura prec√°ria, falta material, orienta√ß√£o e gest√£o.‚ÄĚ

A escola tem apenas 23 alunos ‚Äďclassificados pelo Inep como de n√≠vel socioecon√īmico ‚Äúmuito Baixo‚ÄĚ.

Apesar de no cadastro oficial da escola constar itens como laborat√≥rio de inform√°tica e biblioteca, a realidade parece ser outra. ‚ÄúTemos √© uma sala cheia de livros empilhados‚ÄĚ, diz Rarison Coelho, 21, ex-aluno e ex-funcion√°rio do col√©gio.

A nota média da escola, 397,03, corresponde a pouco mais da metade do desempenho da melhor escola, o colégio Objetivo Integrado, de São Paulo. Procurada, a Secretaria Estadual de Educação não respondeu. O diretor da escola não foi encontrado.

Apenas duas posi√ß√Ķes acima, na antepen√ļltima coloca√ß√£o no ranking, est√° o Col√©gio Estadual Professora Leda Tajra, em Buriti Bravo, munic√≠pio com 22 mil habitantes.

Obs: A reportagem da Folha de São Paulo esqueceu de citar que a escola tem como Diretor o irmão da Prefeita do Município, Genésio Lima.

Colinenses prestigiam diplomação de Flávio Dino e Carlos Brandão

Muitos colinenses prestigiaram a solenidade de diplomação do governador Flávio Dino e do Colinense Carlos Brandão como vice.

Presente ao evento, a Vereadora Régia não conteve ás lágrimas:

“N√£o contive as l√°grimas na Diploma√ß√£o de Flavio Dino.A emo√ß√£o invadiu nosso ser.O Homem,o cidad√£o,o jovem Comunista recebendo o Diploma de Governador do Maranh√£o” disse a parlamentar.

A solenidade também contou com a presença de familiares do Vice Governador Carlos Brandão,da Ex-Prefeita Valmira e do Vereador Valterly.

 

Curtas

Miss√£o espinhosa

O secretário de Articulação Política do futuro governo, Márcio Jerry, é quem está tendo a missão de conversar e abrir canal de diálogo direto com a classe política e lideranças comunitárias, sem a necessidade de intermediários.

Pelos cálculos de quem acompanha o dia a dia do secretário, mais de mil representantes de 188 cidades foram recebidos pela equipe responsável pela transição política.( Fonte: John Cutrim)

Nova Força

A boa vota√ß√£o de Z√© Eider para Deputado Estadual o credencia para qualquer disputa eleitoral futura. No entanto, o ex-Deputado observa que para futuras elei√ß√Ķes novos nomes poder√£o concorrer com grandes chances. A ideia √© a mesma de Reinaldo Sousa, outro que saiu fortalecido com a grande vota√ß√£o de Pedro Fernandes em Colinas. Aliado a isso, h√° o sentimento dos vereadores que apoiaram Fl√°vio Dino em renovar a politica local. Regia, Antonio do Sindicato, Bima, Ana do Bin√©, Valterly e Carlinhos Moreira pregam renova√ß√£o. ¬†Al√©m destes, o Vereador Osvaldinho e o ex-Prefeito Everton comungam da mesma ideia.

Obsess√£o pelo Macieira

N√£o se fala em outra coisa em Colinas, sen√£o a propagada ocupa√ß√£o de cargos estaduais. A “menina dos olhos” √© o Hospital estadual Carlos Macieira, o que de certa forma leva a indaga√ß√Ķes do porqu√™ de tanta obsess√£o de alguns em ocupar a Dire√ß√£o do Hospital. Para todos os cargos o Governador t√™m definido perfis t√©cnicos e quando poss√≠vel conjugado com o fator politico, mas sem deixar que qualquer √≥rg√£o vire cabide politico eleitoral de qualquer lideran√ßa. Para o Macieira n√£o ser√° diferente.

Di√°logos por Colinas

Um grupo de lideran√ßas colinenses se articulam para iniciar a partir de Janeiro o projeto Di√°logos por Colinas, vers√£o municipal do projeto Di√°logos pelo Maranh√£o que foi capitaneado pelo Governador eleito Fl√°vio Dino. O objetivo √© o discutir com a comunidade sobre os problemas locais e buscar alternativas. ” Nosso principal compromisso √© com a formula√ß√£o de um programa de governo claro, objetivo, participativo, √©tico e cientificamente fundamentado para mudar Colinas” disse o Professor da UFMA e um dos organizadores do movimento, Dr. Jarbas Lima.

Articulação política de Flávio Dino quer fortalecer diálogo com municípios

marcio jerryArticulação política de Flávio Dino quer dialogar com todos os municípios maranhenses até o final do ano.

Um dos objetivos¬†da Secretaria de Articula√ß√£o Pol√≠tica e Assuntos Federativos do governo Fl√°vio Dino √© fortalecer o di√°logo com os munic√≠pios maranhenses,¬†implementando parcerias pela melhoria das condi√ß√Ķes sociais do estado.

Indicado para ocupar a pasta pelo governador eleito, o jornalista e militante social M√°rcio Jerry tem recebido diariamente prefeitos, vereadores, secret√°rios municipais, lideran√ßas politicas e comunit√°rias, e garantido¬†que, a partir de 1¬ļ de janeiro de 2015, as portas do Pal√°cio dos Le√Ķes estar√£o abertas a todos eles, sem a necessidade de intermedi√°rios.

Márcio Jerry é assistido pelo seu futuro adjunto, o dirigente partidário Fábio César Costa. Ao todo, mais de 1.000 representantes de 188 cidades foram recebidos pela equipe responsável pela transição política. A meta é cobrir todo o estado até a posse de Flávio.

Fl√°vio Dino visita Pal√°cio dos Le√Ķes

O governador eleito do Maranh√£o, Fl√°vio Dino (PCdoB), foi recebido¬†no fim da tarde deste domingo (14), no Pal√°cio dos Le√Ķes,¬†pelo governador interino Arnaldo Melo (PMDB).

Os dois conversaram sobre quest√Ķes administrativas. Na ocasi√£o, o comunista conheceu as depend√™ncias da sede do executivo estadual,¬†incluindo a √°rea residencial. Ele tamb√©m conversou com servidores do Pal√°cio dos Le√Ķes.

O governador eleito estava acompanhado da esposa, Daniela Lima; dos futuros secretários da Casa Civil, Marcelo Tavares; de Articulação Política, Márcio Jerry, e Joslene da Silva Rodrigues, que será Secretária Chefe de Gabinete do próximo governador.

Fonte: marrapa.com

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